segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ritchie Ramone e Mickey Leigh no Brasil em 11 e 12 de junho, 2010

A produtora Web Rockers orgulhosamente anuncia o show “Joey Ramone Friends Live”, tributo oficial com uma banda formada especialmente para esse show, tocando apenas clássicos dos Ramones. Dentre as participações ilustres e mais do que especiais, os destaques ficam para Richie Ramone (ex-baterista dos Ramones), que comandará as baquetas nesse show, ao lado do vocalista Mickey Leigh (irmão de Joey Ramone, saudoso vocalista dos Ramones) e dois “ramoníacos” brasileiros (um no baixo e outro na guitarra).




Os shows acontecem no dia 11/junho (sexta-feira) no Clash Club em São Paulo e no dia 12/junho (sábado), na casa
Rock ‘n’ Drinks no Rio de Janeiro.

For more information:

Aproveito para chorar, primeiro por não ir, segundo por não poder aproveitar este dia para o lançamento do livro. Uma tradução nao pode ser lançada por problemas com a legislação mesquinha (5 anos após o original, não estarei aqui talvez nem no mês que vem, imagine em 5 anos!)  e outros, meu resumo está embolorando, parto deste mundo sem conhecer o autor do livro mais marcante da minha trajetória ramônica. Uma coisa que me deu tanta alegria, agora motivo da segunda maior decepção da minha atribulada vida. Se condenada a reencarnar, jamais volto a terra. E se voltar, amarrada, prefiro ser pedra.

domingo, 30 de maio de 2010

CASO SLIPKNOT: Baixista morto incorpora em blogueiro que chamou banda de...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Síndrome de Hannibal Lecter

Naturalmente, este episódio é lamentável. Mas, no coração de cheio de mágoa por meus amigos, clientes e entes queridos mortos por "dimenor" que sai rindo, ciente de sua impunidade, adoraria contratar estes caras pra vir saborear os que degolaram minha amiga professora no Paraná, que cortaram filha de professor em pedaços e colocaram em mala porque não estudaram e tiraram nota ruim, roubaram equipamentos de ONG pra fazer pedra de crack,  assaltaram o bairro inteiro e ainda trazem traficantes rivais pra fazer tiro ao alvo nas cidades matando até crianças brincando em casa ...
Extremamente nutritivos, cujos pais sustentam a coca cola e nescau pois não aceitam nada que não seja de marca (haja larica) e gordura de costela, e os inúmeros similares Brazil a fora,  seria fácil fazer um Fome Zero Russo Made in Brazil!

Síndrome de Hannibal lecter

terça-feira, 11 de maio de 2010

São Paulo rock city

Dia de chuva, um frio beirando o horrível, daqueles... Eu atenderia uma garota com dificuldades de aprendizagem para quem crio atividades em função dos conteúdos usando DVDs, vídeos da BBC, NASA, History Channel e por aí, que adiou o atendimento de hoje. Só me restou ficar em casa bem quentinha, munida de pipoca de microondas e um café recém passado na cafeteira italiana daquelas da nonna (que chato né, gente?). Para aumentar o "desconforto", recorri a um filme velho na TV aberta. BBBBBaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!
Achei este filme, do qual nem lembrava mais: Detroit Rock City. Nele alguns amigos devidamente adolescentes, de uma geração vizinha a minha, com os últimos pais com auto estima que habitaram o planeta, decide ir a um show do Kiss e ganham ingresso de uma rádio o outro lado do país. Todos os mais deliciosos ingredientes que povoavam o imaginário dos teens da minha época e que protagonizei com os meus amigos como pegar carro de um dos pais, colocar todo mundo dentro, enfrentar gigolôs no caminho, e se envolver nas maiores presepadas pondo sua integridade em risco, mas tudo por um rock show, desfila neste filme que me deu até nó na garganta.
Lembrei da São Paulo onde vivi e que não existe mais, uma cidade que começava a ser grande, em que alguém de jeans e camiseta era temido até pelos marginais, mesmo sendo um pré-vestibulando. Em que os fãs de dance combatiam os rockeiros na porrada, já que as garotas ricas (naquele tempo não havia as pobres mal acabadas com roupa de crediário da C&A e Renner que se convencionou chamar de pati) com o fetiche que a brasileira tem por cabelo enlouqueciam ao ver as madeixas dos mais favorecidos, numa era antes da enganadora chapinha e do mega-hair barato. Os pais se enchiam de horror ao ver seus tchutchuquinhos/as de repente se tornando roqueiros, o que demandava atitude, engajamento político além da diversão propriamente implícita em soltar o que há de mais visceral dentro de si.
Ah, eu era a pioneira. A heroína. A primeira em tudo. Não só era uma aluna que nem precisava estudar (a não ser matemática que nunca dominei) mas era chamada enciclopédia ambulante. E de rock, de música, a primeira guitarrista punk na garagem do Bubby na Vila Nova Conceição em que pacatos descendetes de italianos, alemães e portugueses ouviam Frank Sinatra, Ray Connif... E os jovens "moderninhos" ouviam dance. Nossos rolês de Skate que iam até a vila Olympia, um lugar tremendamente pacato, assustavam os moradores.
Só com o cine Vitrine passando poucos clássicos de bandas já então jurássicas dos anos '70, o Rock Show que fechou logo, o Carbono 14, a Fofinho rock clube, Led Slay, Heavy Metal, como ponto de encontro da galera que curtia de um tudo, desde Venon até Bill Halley, e rolava sem treta um Motörhead com AC/DC e os regressivos tipo Pink Floyd era muito bom.
E sempre que uma banda vinha ao Brasil da ditadura era uma epopéia conseguir ir, assistir, entrar vivo, quando nem nos nossos mais doidos sonhos imaginaríamos que um dia existisse o Estatuto da Criança e do Adolescente e que seríamos alvo de pivetes impunes. Na época, adolescente era sinônimo de saco de pancada, e roqueiro então, alvo móvel. Nem em sonho se pensava que além da Woodstock do Walcyr um dia existiria a galeria do rock.
Por isso a emoção ao ouvir o Cheap Trick, Ramones, então, nem se diga! E aí comecei a berrar e a pogar no meio da sala do apartamento com a minha filha mais nova. Nunca tinha feito barulho no prédio, mas hoje era diferente e a mudança já tá até encaixotada. E quando a música mudou comecei a brincar de Charles Wikipédia: esta banda é o Status Quo, de 76 e este disco é o Level Headed. Este é o Sweet, do disco de 1974! E assim, Daisy Wikipaedia ia contando de quem era a música e do LP, da capa, do ano. E cada vez que o som pesava, dá-lhe berrar e pogar na sala. 
O karma de um rock fan nunca muda. E não é que o dono do prédio, que jamais fica aqui, estava no meu corredor? Delicadamente, tocou a campainha e pediu pra usar uma tomada pro cabo de alguma ferramenta. Pegas fazendo "arte", o filme ficou ainda mais delicioso. Contei a ela que o Kiss já perdeu o Eric Carr para quem fizeram a mais rock'n roll das homenagens. E que no primeiro show deles em que fui, me perdi dos que estavam comigo e usufruí de uma liberdade nunca imaginada. E que tive o desgosto de assistir outro do Kiss sem maquiagem, mas mais tarde destruíram maquiados o autódromo de Interlagos, meu vizinho na época.
Tive uma fase tenebrosa de enganação com os machistas sem talento que se escoravam no fanzine para alcançar uma fama de global que jamais terão em detrimento dos talentosos poetas, desenhistas, companheiros de roteiros e filmes B. Utilizaram o que manifestava irreverênvia para poder ser reverente ao corporativismo. Mas isso não encobre a alegria que era manifestar o nosso inconformismo e rebeldia, coisa que deixou de existir.
Meus amigos  Jimmy, Agnaldo, Sheena, Coxinha, "Ozzy" Carlos Maurício, Patinho e tantos outros que já me esperam na eternidade, pra retomarmos nossas bandas, sem falar nos meus deuses, entre eles os Ramones,  já acensionados ao Olympo, o meu eterno carinho e amorosa lembrança.

God give rock´n roll to you!

Gorgeous Frankenstein!

Acordei hoje com um convite do "Doyle Wolfgang Von Frankenstein" para conhecer esta banda. Ele é remanescente do meu adorado Misfits, banda que adoro e da qual sinto muita falta. E de quem tive o desgosto de presenciar dois cancelamentos de show pela prefeitura de Curitiba e amargo 180 reais de prejuízo até a presente data, desde 2008, que o dono do Opera I, ainda atuante naquela cidade, nunca restituiu.
Voltando ao assunto tema, o ex-baixista companheiro do meu queridíssimo Jerry Only r incrível guitarista criou, a partir de músicas compostas para sua esposa George dançar algumas músicas que deram origem a esta banda, para nosso deleite:

Produzido por Glenn Danzig, e tendo Dr. Chud, ex- Xwar e ex Misfits, e Alex Story - ex- Blitskid.
Comuma imensa preguiça de traduzir o enorme histórico do press release, não posso esquecer que vocês podem ter também as guitarras do Doyle, com link no perfil.
No youtube tem vídeos deles com o Michale Graves, que tocou até com o Marky Ramone.
Cá estamos eu e Jerry (Only) no fatídico dia em que não teve show. Ele é lindo, mesmo sem a maquiagem:


A milenar China saiu na frente da Apple


Eu ia postar aqui ontem e acabou indo pro blog ao lado, mas agora vai: o mais novo objeto de desejo e sonhos aqui em casa:
E que pela praticidade, preço, funcionamento anda povoando nossas fantasias!
Atendendo por nomes como Ezy tablet, Shuo Tablet e outros tavlets, alguns mais parecidos com um I Phone gigante, são infinitamente mais baratos, ocupam menos espaço na casa, sem aquele emaranhado de fios... 
Segundo meus amigos geeks que testaram e aprovaram ao redor do mundo, dá de dez no Ipad. Segundo eles alguns: tablet com melhor processador, mais espaço, USB, câmera e leitor de cartão.

Fora sua melhor especificação Super nannyca que, naturalmente vai ser ignorada no Brasil: pivetinho deu uma de vagal, vai mal na escola, não arruma nada, o responsável enfia na bolsa e acabou vagabundagen na internet. Isso, claro, só nos países de primeiro mundo. Aqui, as mães vão pedir polígrafo na Márcia se o trouxa do marido não der notebook pra criança de 14 anos.

Nao vejo a hora que ele se materialize na nossa vida!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ligue para o programa do Marky Ramone

Marky Ramone's Punk Rock Blitzkrieg

Mas fale em inglês, plz!


Numero de telefone do programa pra quem tem Skype ou estes programas cabritations para ligar de graça:

1-866-96-3228466


877-33-747487

Eu pensei que tinha postado aqui isto antes, mas esta semana recebi o e-mail dele coma entrevista que ele deu ao autor do livro
Ramoens an American band
aí lembrei!



 publicado May 15th 1993 by St. Martin's Griffin 15 de maio de 1993 por Martin's Griffin St.

Detalhes Paperback, 202 páginas



isbn ISBN 0312093691 (isbn13: 9780312093693) 0312093691 (ISBN13: 9780312093693)



 descrição The authorized story of an American band who shaped the history of music for generations. A história autorizado de uma banda americana que moldou a história da música por gerações.

terça-feira, 4 de maio de 2010