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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Cai cai, Caetano!

A idade chega, e com ela os problemas mentais. Até para aqueles que imaginávamos a lucidez, alegria de viver, poesia e a musa nunca fossem abandonar. Mas vem a prostatite, um monte de ites e com elas o mau humor e bengalada pra todo lado. Deus me defenda e me mate antes disso: mesmo que de queda de raio, embora eu peça todos os dias para adormecer e acordar do outro lado, num show dos meus adorados já ascencionados ao Olympo.
Entonces, mas eu ia dizer que Caetano Veloso caiu de novo.
Este Cae que eu achava imortal, está enterrado.



Hoje não é mais a jóia rara.
E suas palavras tem o doce som das araras.
Caetano cuspiu no prato que comeu.
Falou mal daquele que mais o valorizou.
E de castigo, tomou um toco, como dizem meus meninos.


Marina, morena, você me faça um favor:
peça para o Caetano voltar a compor!