Aqui tem de tudo um pouco, surfe a vontade! Convidamos também a ler os contos no daisybr.blogs.com.pt
domingo, 19 de maio de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
Geladeira ecológica e sustentável

Pot in pot: refrigeração sem eletricidade.
Mohammed Bah Abba, um professor nigeriano advindo de uma família dedicada à cerâmica, bolou o Pot in pot (vaso dentr...o do vaso), um refrigerador natural que usa apenas argila, areia e água para obter resultados semelhantes ao de uma geladeira moderna. O sistema além de barato é facílimo de construir.
Como diz o nome, os dois elementos principais do Pot in pot são dois grandes vasos de argila de tamanhos diferentes. Um deve caber dentro outro e ainda permitir que uma camada de areia se interponha entre os dois. Feito isso (veja o vídeo explicativo abaixo), é só molhar periodicamente a areia – em média duas vezes por dia. A evaporação da água rouba calor do vaso de dentro, onde frutas e verduras armazenadas se conservarão fresquinhas.
Um sistema típico pode custar apenas 2 dólares (preços locais) e conter até 12 kg de vegetais. Dentro dele, tomates e goiabas duram 20 dias contra 2 dias se deixados sem refrigeração. O ganho depende de cada verdura, mas é sempre um múltiplo do normal. Só existe um pré-requisito: o clima pode ser quente, mas deve ser seco para facilitar a evaporação. Sobre a utilização do método no Sudão, conta o site Science in Africa (Ciência na África):
No calor de Darfur, Hawa costumava perder metade da colheita que tentava vender diariamente no mercado de Al Fashir, a capital de Darfur do Norte, pois lhe faltava armazenamento adequado – não há eletricidade ou geladeiras – na sua pequena cantina (…). Mas agora ela vende produtos mais frescos e aumentou seus lucros. Desde que começou usar o sistema Pot in pot.
A ideia já tem alguns anos e rendeu a Mohammed Bah Abba os 75 mil dólares do prêmio Rolex de empreendedorismo 2000. Foi também considerada uma das invenções do ano pela revista Time em 2001. O invento mudou a vida de famílias pobres da África rural, mas pode ser usado por qualquer um que queira poupar um pouco de energia aproveitando as forças mais básicas da natureza.
Fonte: oecocidades
Mohammed Bah Abba, um professor nigeriano advindo de uma família dedicada à cerâmica, bolou o Pot in pot (vaso dentr...o do vaso), um refrigerador natural que usa apenas argila, areia e água para obter resultados semelhantes ao de uma geladeira moderna. O sistema além de barato é facílimo de construir.
Como diz o nome, os dois elementos principais do Pot in pot são dois grandes vasos de argila de tamanhos diferentes. Um deve caber dentro outro e ainda permitir que uma camada de areia se interponha entre os dois. Feito isso (veja o vídeo explicativo abaixo), é só molhar periodicamente a areia – em média duas vezes por dia. A evaporação da água rouba calor do vaso de dentro, onde frutas e verduras armazenadas se conservarão fresquinhas.
Um sistema típico pode custar apenas 2 dólares (preços locais) e conter até 12 kg de vegetais. Dentro dele, tomates e goiabas duram 20 dias contra 2 dias se deixados sem refrigeração. O ganho depende de cada verdura, mas é sempre um múltiplo do normal. Só existe um pré-requisito: o clima pode ser quente, mas deve ser seco para facilitar a evaporação. Sobre a utilização do método no Sudão, conta o site Science in Africa (Ciência na África):
No calor de Darfur, Hawa costumava perder metade da colheita que tentava vender diariamente no mercado de Al Fashir, a capital de Darfur do Norte, pois lhe faltava armazenamento adequado – não há eletricidade ou geladeiras – na sua pequena cantina (…). Mas agora ela vende produtos mais frescos e aumentou seus lucros. Desde que começou usar o sistema Pot in pot.
A ideia já tem alguns anos e rendeu a Mohammed Bah Abba os 75 mil dólares do prêmio Rolex de empreendedorismo 2000. Foi também considerada uma das invenções do ano pela revista Time em 2001. O invento mudou a vida de famílias pobres da África rural, mas pode ser usado por qualquer um que queira poupar um pouco de energia aproveitando as forças mais básicas da natureza.
Fonte: oecocidades
sexta-feira, 17 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Underground canadense em No Fun City
Quem ouve música não vai ter dificuldade para entender. Elogiado até em Berlin, ele mostra as questões universais daqueles que se aventuram no undergound verdadeiro, não esta balela corporativa cheia de panelinhas que temos em Pindorama.
O relato de como a cena de música original ao vivo reage contra a perda de locais para apresentação devido a queixas contra o barulho, estatutos restritivos, e outras picuinhas. A câmera fica seguindo enquanto desligam, os locais são invadidos, os músicos procuram tocar em locais ilegais como armazéns de brickolage e estacionamentos. A maioria deste locais fica na periferia de Vancouver. São guerreiros defensores do punk e do metal. As bandas como Skinny Puppy, DOA, Subhumans, Dayglo abortions, 3 inches of blood, e Japandroids ajudam a mostrar um problema que é comum a maior parte dos músicos do mundo.
Mais uma vez, agradeço ao universo pela sorte destas talentosas mulheres, aqui elas seriam varridas para baixo do tapete, sepultadas vivas ou insultadas perpétuamente como acontece com tantas.
Fico me perguntando se algum doido algum dia resolver documentar a realidade do nosso underground verdadeiro, e não os dos amiguinhos e concubinas de desocupados ansiosos por aparecer em globeira, se não teria ainda mais notoriedade já que aqui é o décimo terceiro mundo. Pena que isso jamais vai acontecer e nós iremos para as profundezas do inferno (onde alias eles já nos jogaram) esperar por eles.
Enfim, assista e tire suas próprias conclusões.
domingo, 5 de maio de 2013
Phil Spector, o filme
Vocês se lembram que Phil Spector foi produtor dos Ramones, e seu gosto e de Joey (Ramone) tinham muito em comum. Suas divergências com a grosseria e orgulho de Johnny (Ramone) fizeram a parceria terminar, ele dizendo a Joey que se conseguisse outro guitarrista voltasse a procurá-lo.
Ele, no entanto, é mais conhecido do grande público (idoso e crítica especializada) por ter produzido o álbum Let it Be, o que os Beatles tiveram que gravar por força contratual antes de se separarem para que cada um pudesse usufruir de sua fama e fortuna, dar sequência a seus projetos e ideais sem ter que obedecer o sósia do Paul McCartney, que detestava os demais membros (verdadeiros) do grupo. Mais tarde ajudou George Harrison com o histórico concerto para ajudar as vítimas de Bangladesh, escreveu a clássica ''You've lost that loving feeling''...
Tinha sido artista talentoso e famoso desde a adolescência. E uma porção de acomplishments não evitou o seu amargo fim. Ele também era muito famoso por ter produzido ícones da música pop como as Ronettes (banda de sua primeira esposa Ronnie) cujo hit Be my Babe ainda é usado em muitos filmes e seriados.
Agora eu lhe pergunto (sotaque do Marrcelo Rezende):
O que teriam em comum ele e Lanna Clarckson??????
Entre muitas atuações de sucesso, a mais popular aqui em Pindorama é as aventuras de Barbarian Queen



Pois é, gente, e aconteceu que numa noite daquelas, em fevereiro de 2003, ela encontrou-o num bar, entrou em sua limousine, foi parar na mansão do Phil Spector, os dois farreando, e de repente um tiro. Disse seu motorista Adriano de Souza que ele saiu da mansão dizendo: acho que matei alguém. Outros dizem que ele gostava de brincar com as mulheres e com armas. Ele disse que ela estava beijando a arma. Enfim: acabou condenado em 2009 pela morte da bela atriz. Sim, ele não mora no Brasil.
Resumo da ópera:
Hoje me mandaram o filme para assistir, que enfoca seu julgamento e a defesa feita pela advogada Linda Kenney Baden, que está viva. A Linda que morreu foi a Linda Stein.
Enfim, quem tiver curiosidade aqui tem um link (horrívelmente) dublado (odeio dublagens)
http://assistindofilmesonline.com/phil-spector-dublado-ou-legendado-2013-gratis/

Ele, no entanto, é mais conhecido do grande público (idoso e crítica especializada) por ter produzido o álbum Let it Be, o que os Beatles tiveram que gravar por força contratual antes de se separarem para que cada um pudesse usufruir de sua fama e fortuna, dar sequência a seus projetos e ideais sem ter que obedecer o sósia do Paul McCartney, que detestava os demais membros (verdadeiros) do grupo. Mais tarde ajudou George Harrison com o histórico concerto para ajudar as vítimas de Bangladesh, escreveu a clássica ''You've lost that loving feeling''...
Tinha sido artista talentoso e famoso desde a adolescência. E uma porção de acomplishments não evitou o seu amargo fim. Ele também era muito famoso por ter produzido ícones da música pop como as Ronettes (banda de sua primeira esposa Ronnie) cujo hit Be my Babe ainda é usado em muitos filmes e seriados.
Agora eu lhe pergunto (sotaque do Marrcelo Rezende):
O que teriam em comum ele e Lanna Clarckson??????
Entre muitas atuações de sucesso, a mais popular aqui em Pindorama é as aventuras de Barbarian Queen


Pois é, gente, e aconteceu que numa noite daquelas, em fevereiro de 2003, ela encontrou-o num bar, entrou em sua limousine, foi parar na mansão do Phil Spector, os dois farreando, e de repente um tiro. Disse seu motorista Adriano de Souza que ele saiu da mansão dizendo: acho que matei alguém. Outros dizem que ele gostava de brincar com as mulheres e com armas. Ele disse que ela estava beijando a arma. Enfim: acabou condenado em 2009 pela morte da bela atriz. Sim, ele não mora no Brasil.
Resumo da ópera:
Hoje me mandaram o filme para assistir, que enfoca seu julgamento e a defesa feita pela advogada Linda Kenney Baden, que está viva. A Linda que morreu foi a Linda Stein.
Enfim, quem tiver curiosidade aqui tem um link (horrívelmente) dublado (odeio dublagens)
http://assistindofilmesonline.com/phil-spector-dublado-ou-legendado-2013-gratis/
sábado, 4 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
SLAYER GUITARIST JEFF HANNEMAN DEAD
Tem hora que faltam palavras diante do tremendo mau gosto e péssimo sendo de humor do destino. Este é um destes momentos.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Bárbara Heliodora
Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira (São João del-Rei, c. 1758* — São Gonçalo do Sapucaí, 24 de maio de 1819) foi uma poetisa brasileira. Foram seus pais o Dr. José da Silveira e Sousa e D. Maria Josefa Bueno da Cunha. Para alguns estudiosos, era descendente de uma das famílias paulistas mais ilustres: a de Amador Bueno, o aclamado. (fonte: antoniomiranda.com.br).
Foi a primeira poetisa brasileira. Daí o leitor já tem uma ideia de sua força, garra e persistência. Aos 20 anos apaixonou-se pelo poeta (e inconfidente - sim da turma do Tirandentes, dãã) Alvarenga Peixoto. Deste amor nasceu Maria Efigência, antes do casamento, numa época pré-histórica dos direitos humanos e das mulheres. Participou ativamente da organização da inconfidência brasileira, que pretendia libertar o país, como já havia acontecido nos Estados Unidos. Alvarenga lhe escreveu muitos poemas, este trecho é da primeira fase:
''Bárbara bela, Do Norte estrela,
Que o meu destino sabes guiar,
De ti ausente Triste somente
As horas passo A suspirar.''
Este relacionamento terminou trágicamente com a morte de Alvarenga no infeliz episódio da morte cruel e covarde de Tiradentes e prisão e morte dos demais membros do grupo. Antes de sua morte, no entanto ele lhe escreveu poemas, dentre os quais destaco este:''Água e pomo faminto não procuro;
grossa pedra não cansa a humanidade;
a pássaro voraz eu não aturo.
Estes males não sinto, é bem verdade;
porém sinto outro mal inda mais duro:
da consorte e dos filhos a saudade!
Era a poetisa dos inconfidentes, e chamada de princesa do Brasil por eles, e sua filha
Maria Efigênia de princesinha do Brasil. Lutou e conseguiu manter 50% dos seus bens, fato inédito.
Para denegrir sua imagem, diziam que ela andava esfarrapada e louca, mas isso foi comprovado ser mentira. Viveu forte, combativa e lúcida até o último momento de sua vida.
Sua obra, naturalmente, foi destruída e apenas três de seus inúmeros poemas foram preservados: um para sua primeira filha, quando morreu prematuramente, e outro - Conselho a meus filhos. Trecho do poema ''O sonho''
''Não vos deixeis enganar
Por amigos, nem amigas;
Rapazes e raparigas
Não sabem mais, que asnear;
As conversas, e as intrigas
Servem de precipitar.''
Existe uma visita virtual ao museu da inconfidência onde imagens desta época em que viveram tantos personagens intensos e inconformistas (para nós o pior defeito de alguém é ser conformista) podem nos dar ainda mais pena do ´pái s de hoje, click:
http://www.museudainconfidencia.gov.br/interno.php
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sábado, 13 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
A cura do tédio pela pasta de Spam

quando tive que ir atrás daquele terrítório jamais explorado, e sempre eliminado sumariamente que é a pasta de spams. O resultado foi uma viagem no tempo e no espaço! Ali, enquanto apagava aos kilos e toneladas, encontrava coisas que abria por curiosidade. E ri muito, pra não chorar, e acabei até chorando de rir. Quanto mais se vive, mais acontece de nos depararmos com as coisas que antes adoramos pensando: meu pai do céu, como é que eu não via que isso era ridículo? E ao nos depararmos com convites que antes nos enlouqueceriam de animação surgem ideias como: será que eu fazia isso também?
Lançamentos de livros que ninguém vai comprar, e os poucos que o fizerem não vão ler, documentários que nunca aparecerão no National Geographic ou Discovery, tão interessados em espécimes esquisitos do planeta.
Mas o que mais me fez rir foi o dos mesmos puxa-sacos que ainda mamam literalmente na pouca fama alheia, enviando suas participações, fã-clubes, ''produções'', cooperações mútuas e tudo o mais.
O ''de família rica'' (!?!) que ''decidiu viver em favela'' e suas palestras cheias de pretensa humildade, suas incríveis mensagens de incentivo ao que precisa crescer, mas os meios de fazer isso espezinhando os da classe média que ralaram, estudaram até acabar a visão e trabalharam até a saúde enfraquecer, as críticas aos que se concentraram em aprender e exercer alguma coisa de que ele mesmo era incapaz e assim por diante. Mais do mesmo das décadas passadas. Um desesperado não me esqueça ou eu morro.
Algumas mensagens que infelizmente não vi, na época pelo menos, pois adoraria responder, com as mesmas críticas e apontamentos de defeito daqueles que pensam que assim sua lista vai colocá-los em algum tipo de GIF ou MEME sem entender que quem vê isso foge para não ser o próximo alvo.
A maior de todas estas difamações vem sempre por causa de ideias que me copiaram, ou a velocidade vertiginosa com que me interesso por coisas não tão afins num ecletismo tão fácil de se descrever como porra-louquice.
Minha vida acabou, mas pelo menos consegui entender o que e quem eu sou. E numa frase tão simples se resume tudo:
sábado, 23 de março de 2013
Crimes no google, perfil bloqueado e suspenso! De novo, ajudem
Gente, pela enésima vez tenho um perfil suspenso, bloqueado e perco uma porção de contatos bacanas que jamais vou recuperar. O que mais me revolta, é que o grupo que faz isso tá aí, fofinho, lindinho, postando, e prejudicando centenas de outros.
Não adianta explicar ao google que o Brasil é terra de ninguém, e só criminosos e grupos organizados como este tem vez. Que usar nome de RG e enviar RG scaneado só se você for louco. Isso facilita muito a ação de estelionatários - que já sofri - e demais criminosos.
1o. - Eles pegam o nome real completo de alguém
2o. - Pesquisam o máximo de dados - seu CPF e RG aparecem na primeira pesquisa
3o - Pesquisam nas redes sociais os locais que você frequenta, sua família e etc...
4o - Organizam o sequestro, a extorsão, mas antes disso já utilizaram seu número de telefone para fazer débitos automáticos e compras.
5o. - A vítima sofre bloqueio primeiro de contas em banco e cartões de crédito pois eles estouram os limites, e depois o sequestro de parentes e de si próprio
Agora como atua o grupo de cyber bullying organizado:
1o- Conseguem adicionar muitas pessoas ( de preferência mais de mil) que tem como compromisso espalhar e denunciar tudo que for proposto
2o - Partilham links ''humanitários'' e sociais para enganar a maioria
3o - Alegando uma mentira qualquer, colocam o perfil da vítima para que seja denunciado.
4o - Monitoram as atividades da vítima através de perfil falso para garantir que agirão novamente.
Não aceite que o google faça este tipo de discriminação e exigência.
Não adianta explicar ao google que o Brasil é terra de ninguém, e só criminosos e grupos organizados como este tem vez. Que usar nome de RG e enviar RG scaneado só se você for louco. Isso facilita muito a ação de estelionatários - que já sofri - e demais criminosos.
1o. - Eles pegam o nome real completo de alguém
2o. - Pesquisam o máximo de dados - seu CPF e RG aparecem na primeira pesquisa
3o - Pesquisam nas redes sociais os locais que você frequenta, sua família e etc...
4o - Organizam o sequestro, a extorsão, mas antes disso já utilizaram seu número de telefone para fazer débitos automáticos e compras.
5o. - A vítima sofre bloqueio primeiro de contas em banco e cartões de crédito pois eles estouram os limites, e depois o sequestro de parentes e de si próprio
Agora como atua o grupo de cyber bullying organizado:
1o- Conseguem adicionar muitas pessoas ( de preferência mais de mil) que tem como compromisso espalhar e denunciar tudo que for proposto
2o - Partilham links ''humanitários'' e sociais para enganar a maioria
3o - Alegando uma mentira qualquer, colocam o perfil da vítima para que seja denunciado.
4o - Monitoram as atividades da vítima através de perfil falso para garantir que agirão novamente.
Não aceite que o google faça este tipo de discriminação e exigência.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Jim Morrison revisitado
Outros filmes já mostraram sua história, um mais recente - Mr. Mojo Risin': The Story of L.A. Woman - foi lançado no último mês de janeiro.
Claro que nele não contém as teorias de que ele fugiu do mofo europeu de volta a ensolarada Califórnia.
Before the End: Jim Morrison Comes of Age
Read more: http://www.rollingstone.com/music/news/jim-morrison-documentary-begins-production-20130314#ixzz2NuAhHq6V
Follow us: @rollingstone on Twitter | RollingStone on Facebook
Teorias da Conspiração:
Diziam nos Estados Unidos na década de 80 que ele tinha forjado a própria morte por odiar a breguice de Paris e voltado para os Estados Unidos, que amava, mas ali faleceu no início da década de 90.
Foto do pretenso túmulo que atrai centenas de fãs e curiosos em Pére Lachaise

quinta-feira, 7 de março de 2013
É verrrdade Marrcelo!
Há um programa aqui no sul, que não ouço mais por incentivar a xenofobia a mulher e ao povo paulista, que satiriza os repórteres policiais e o bordão é este, pronunciado com sotaque carioca bem carregado: É verdade Marcelo!
O homenageado, Marcelo Rezende, é um dos meus favoritos de CSI padaria, lanchonetes e restaurantes. Hora do lanche da tarde no meio de algum compromisso na rua, jantar em algum local do Brasil, e lá está ele, mostrando as mazelas deste país e suas vítimas.
Ontem eu vi a parte que ele falava da morte do Chorão e mostrava as imagens terríveis deste infausto acontecimento.
O tragicômico destas tragédias é que não há como não especular a motivação que leva uma vítima ao suicídio, como parecia a notícia. Dentre as hipóteses que Marcelo levantava para o motivo, era uma que nós todos concordamos.
https://www.youtube.com/watch?v=qHILCjy4qzI
Como é possível que uma banda de rock que vende 5 milhões de cópias fique fora da lista de convidados do Rock in rio? Apesar de que eu duvide que isso foi a motivação do pretenso suicídio do nosso desbocado ídolo.
Eu nunca fui fã mas minha primeira filha era. E a gente acaba assimilando a familiaridade por osmose. Mesmo assim, adoro quem manda playboy babaca tomar, como ele fez aqui no show de Balneário.
http://www.youtube.com/watch?v=OgU0xTWrlDY
É assim que prefiro lembrar dele.
É, é verdade, Marcelo!
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Realidade relatada
Nosso querido camarada Fabio lança mais uma de suas polêmicas e originais obras:
A obra busca registrar de forma direta, sem deixar de viajar por caminhos poéticos e até delirantes, o cotidiano de uma sociedade injusta, desigual e opressiva, onde a realidade muitas vezes se dilui no inusitado de uma neurose social compulsiva. Nestas páginas, os marginalizados passam em desfiles solitários e fantasmagóricos, transbordando por todo lado, mostrando que são, na verdade, partes de um todo, partes da grande maioria. A margem toma seu lugar no centro e a escuridão se torna a luz necessária para apreciarmos pontos evitados por muitos.
SOBRE O AUTOR: Fabio da Silva Barbosa
Jornalista e escritor, dedica sua vida ao trabalho de registrar nossa barbárie social, além de produzir e se expressar através de formatos pouco convencionais, bailando entre o consciente e o inconsciente, unindo a realidade brutal do nosso tempo a delírios e viagens rumo a novas possibilidades. Entrou para o mundo dos fanzines no final de 89 e até hoje produz esses veículos de forma independente. Com Winter Bastos e Alexandre Mendes, Fabio lançou o livro Um ano de Berro – 365 dias de fúria, participou do livro Cumplicidade das letras (coletânea reunindo o trabalho de diversos poetas), organizou as publicações eletrônicas gratuitas A Saga do Jornalismo Livre e Quem somos nós?. É Assessor de Imprensa daAmarle (Associação de Moradores e Amigos da Rua Laurindo e Entorno) e vem participando do Grupo de Estudos e Oficina Roda Vivia, que pretende iniciar suas atividades no interior de presídios. Contribui para vários veículos impressos e via internet.
Contate o autor também pelo facebook
https://www.facebook.com/fabio.dasilvabarbosa.1
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
O carro do futuro que jamais chegará ao Brasil
O blog tem o inenarrável prazer de apresentar mais uma página de ''Carros que gostaríamos de ter''
Uma clonagem do
http://ocarroelectrico.com
Metro Buddy: carro eléctrico made in Portugal by CEIIA
O Metro Buddy é um carro eléctrico made in Portugal para exportação, que virá a ser exportado para a Noruega ainda durante o ano de 2009. O Buddy é patrocinado pela empresa norueguesa Elbil Norge, e foi desenvolvido pelo CEIIA na Maia. Já existem sete Metro Buddy a circular no país. Trata-se de um modelo citadino indicado para percorrer pequenas e médias distâncias.
O Metro Buddy tem capacidade para 3 pessoas.
Fique com o vídeo:
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
A fraude de Freud
Adoro os revolucionários e odeio os conformistas. E surpreendentemente, um Francês chamado Michel Onfray escreveu um tratado (na verdade um livro) provando sua belíssima teoria de que Freud não passa de um charlatão, mentiroso, fracassado e defensor de regimes totalitários.
Nesta maravilhosa obra, Michel mostra que a psicanálise Freudiana é algo como a ufologia, e que sua metapsicologia é uma religião, tendo ele por Deus. Espetacular.
Ora, me perguntarão os conhecidos, uma pessoa que leu a obra completa do Freud (cerca de 80 volumes do meu querido pai) e tudo o que achava em biblioteca em cinco idiomas, vir comesta postagem, Miss Wild. Explico: trabalhei numa clínica que eu adorava, afinal cumpri pena em Psicopedagogia. Ali ficava mais como stand by, já que morava na época em curitiba, e assim que um parente de 15 anos vem do matão do paraná para esta minúscula cidade, se matricula em um curso que não vai estudar para conseguir dinheiro pro aluguel e bebedeiras pra galera, assim somos (os verdadeiros profissionais e pesquisadores) sumariamente substituídos ou contratados como ajudante abaixo de rabo de cachorro. Nesta clínica, um outro agroboy que se transformou em psicologo viva endeusando o Freud, que para seu micro cérebro (sem as capacidades dos micro chips) se resumia em ''a mulher é inferior porque tem inveja do pênis''. Acabei adepta do Michel Onfray, consegui uma edição (o original é francês e imagino que não seja traduzido, afinal, pesquisador tem que ser alfabetizado em pelo menos três idiomas), que ele nunca pode entender a não ser imagens (ibagens?), isso long before eu ter me mudado para a natureza selvagem com minha cultura inútil.
E ainda em defesa do autor, Freud destruiu a maior parte de sua correspondência para não deixar registro de suas trapalhadas, que resultaram na morte de muitos, como seu amigo, o médico (e doido) Fleichl Von Marow, a quem ele prescreveu cocaína (hoje ele seria adorado). Muitos de seus casos são inventados (Oh, infortúnio!), isso comprovadamente. Tanto que um de seus pacientes continuava em tratamento em 1974.
Sempre cultuei o Jung (Carl Jung) a quem chamo de young, pois é o símbolo do futuro, por sua teoria da memória ancestral. Embora compreenda que não existe sal sem açúcar.
Mas, enfim, quem se interessar pode pesquisar pelo livro
Le crépuscule d'une idole.
Haverá uma possível continuação.
Enquanto escrevia esta postagem, acabo de saber que ele esteve no Brasil (pasmem) em SP a convite de alguma entidade chamada fronteiras do pensamento ou coisa parecida. Sabem que abandonei o caos de sp há décadas. Que pena, adoraria saber o que deu.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
O tão falado 50 tons de cinza
Tanto enchem o saco sobre a trilogia, que como diz minha amigo Helô, dá vontade deixar 50 tons de roxo em algum. É só uma desesperada tentativa de erotizar o crepúsculo.
Eu iria comentar e começava a ler e já caía no sono. Até que encontrei esta magnífica resenha, a the best, a melhor do melhor do mundo:
Então eu li a trilogia Cinquenta Tons de Cinza – formada pelo livro que resenhei em setembro e pelos livros Cinquenta Tons Mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade, da autora britânica Erika L. James. No post passado eu tinha lido somente o primeiro livro, e fui criticada (com razão) por ter dado minha opinião em cima da obra parcialmente avaliada. Por isso estou escrevendo novamente, para dizer que fiquei feliz por ter lido os três livros. Só serviu para reafirmar a minha crítica anterior. A obra é ruim. Fraca. Irritante. E uma cópia deslavada de Crepúsculo.
Agora vamos desenvolver o raciocínio. Quando li o primeiro livro só tinha achado ele arrastado e a personagem principal - Anastasia Steele - extremamente boba e irritante, e minha crítica tinha basicamente a ver com o quanto a obra era infantilizada e atrairia leitores de uma faixa etária não apropriada. Depois de ler os três fiquei ainda mais irritada com a obra, porque como o primeiro ficava só na promessa (basicamente enrolava e não acontecia nada), ainda existia a possibilidade dos outros dois salvarem a história...
Pessoal que ainda não leu os três: a partir deste ponto o texto possui spoilers (ou seja, possuem informações que podem estragar a surpresa de quem ainda não conhece o texto. Só leia se quiser conhecer as informações ou se já leu a trilogia).
Assim como em Crepúsculo, Ana é perseguida por "pessoas más". Ambos os casais casam em um período ridículo de tempo depois de iniciar a relação. Os dois personagens principais homens são controladores, muito ricos e superprotetores. As duas engravidam "sem querer", causando um problema no relacionamento. Em certa passagem, Grey algema Ana, e depois se arrepende por ter deixado marcas nos braços e pernas dela. Edward, na primeira noite com sua esposa – ainda humana – também se arrepende das marcas deixadas em Bella. Tirando as interjeições cansativas da Ana, ao pensar sobre Grey, que são iguais o tempo todo, todo o livro é ridiculamente igual à saga dos vampiros.
A diferença básica é: a autora de Crepúsculo criou personalidade para personagens fantasiosos. A escritora de "50 Tons", mesmo querendo criar um personagem "real", fez um homem que não existe. O livro é de ficção, mas teria que ser de ficção científica para que Grey conseguisse fazer o tanto de sexo que faz com Ana. Ele teria que ser um robô! E eu não tenho nada contra Ana ser virgem aos 21 anos (como afirmaram nos comentários). Muito pelo contrário. O problema é que os dois como casal não convencem – pelo menos não convenceram a mim. O livro teria que ser descrito como "conto de fadas erótico", e não "romance erótico".
No início do segundo livro PARECE que a autora vai sair um pouco da narrativa repetitiva, quando começa a descrever a história de Grey quando criança. Mas logo ela volta a ser cansativa e o livro é basicamente extremamente superficial. Algumas pontas sobre a história dele ficaram perdidas, assim como a descrição da cena em que Ana é sequestrada, depois de entrar em um banco ARMADA para sacar R$ 5 milhões de dólares (uma coisa muito plausível) foi simplesmente cortada no meio. Parece que a autora cansou de descrever o fato. Após Ana ter dado um tiro na perna do sequestrador ela desmaia. Na próxima página tudo estava resolvido, os bandidos estavam presos e todo mundo foi feliz para sempre.
A minha opinião é a mesma do primeiro texto, e eu não sou do tipo que não dá o braço a torcer. Se a história tivesse se desenvolvido de outra forma, não teria problema nenhum em admitir isso neste post. Mas não foi o caso. O livro é bobo. Não mudei minha opinião depois de ler a obra toda - aliás, ela só piorou. Se eu tivesse lido somente o primeiro livro, neste momento eu odiaria MENOS a história.
FIM DO SPOILER
Assim como quando "O Código Da Vinci", de Dan Brown, foi lançado e depois muitos copiaram a ideia, alguém já lançou outra trilogia erótica – copiando 50 Tons de Cinza. O primeiro livro da série chama Toda Sua, e eu já terminei de ler. Pretendo fazer um comparativo sobre as duas trilogias em breve.
Obrigada por acessarem e deixarem comentários. Quero deixar aqui meu respeito para quem gostou dos livros - cada um tem sua opinião, e por isso o que eu escrevi aqui chama-se "resenha crítica" e não "verdade absoluta". O texto é baseado na MINHA percepção da obra, conforme MINHA bagagem emocional e literária. Cada um tem a sua!
Beijos e até a próxima! =)
Paula Barbosa Ocanha
Eu iria comentar e começava a ler e já caía no sono. Até que encontrei esta magnífica resenha, a the best, a melhor do melhor do mundo:
26/11/2012
Então eu li a trilogia Cinquenta Tons de Cinza – formada pelo livro que resenhei em setembro e pelos livros Cinquenta Tons Mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade, da autora britânica Erika L. James. No post passado eu tinha lido somente o primeiro livro, e fui criticada (com razão) por ter dado minha opinião em cima da obra parcialmente avaliada. Por isso estou escrevendo novamente, para dizer que fiquei feliz por ter lido os três livros. Só serviu para reafirmar a minha crítica anterior. A obra é ruim. Fraca. Irritante. E uma cópia deslavada de Crepúsculo.
Agora vamos desenvolver o raciocínio. Quando li o primeiro livro só tinha achado ele arrastado e a personagem principal - Anastasia Steele - extremamente boba e irritante, e minha crítica tinha basicamente a ver com o quanto a obra era infantilizada e atrairia leitores de uma faixa etária não apropriada. Depois de ler os três fiquei ainda mais irritada com a obra, porque como o primeiro ficava só na promessa (basicamente enrolava e não acontecia nada), ainda existia a possibilidade dos outros dois salvarem a história...
Pessoal que ainda não leu os três: a partir deste ponto o texto possui spoilers (ou seja, possuem informações que podem estragar a surpresa de quem ainda não conhece o texto. Só leia se quiser conhecer as informações ou se já leu a trilogia).
Assim como em Crepúsculo, Ana é perseguida por "pessoas más". Ambos os casais casam em um período ridículo de tempo depois de iniciar a relação. Os dois personagens principais homens são controladores, muito ricos e superprotetores. As duas engravidam "sem querer", causando um problema no relacionamento. Em certa passagem, Grey algema Ana, e depois se arrepende por ter deixado marcas nos braços e pernas dela. Edward, na primeira noite com sua esposa – ainda humana – também se arrepende das marcas deixadas em Bella. Tirando as interjeições cansativas da Ana, ao pensar sobre Grey, que são iguais o tempo todo, todo o livro é ridiculamente igual à saga dos vampiros.
A diferença básica é: a autora de Crepúsculo criou personalidade para personagens fantasiosos. A escritora de "50 Tons", mesmo querendo criar um personagem "real", fez um homem que não existe. O livro é de ficção, mas teria que ser de ficção científica para que Grey conseguisse fazer o tanto de sexo que faz com Ana. Ele teria que ser um robô! E eu não tenho nada contra Ana ser virgem aos 21 anos (como afirmaram nos comentários). Muito pelo contrário. O problema é que os dois como casal não convencem – pelo menos não convenceram a mim. O livro teria que ser descrito como "conto de fadas erótico", e não "romance erótico".
No início do segundo livro PARECE que a autora vai sair um pouco da narrativa repetitiva, quando começa a descrever a história de Grey quando criança. Mas logo ela volta a ser cansativa e o livro é basicamente extremamente superficial. Algumas pontas sobre a história dele ficaram perdidas, assim como a descrição da cena em que Ana é sequestrada, depois de entrar em um banco ARMADA para sacar R$ 5 milhões de dólares (uma coisa muito plausível) foi simplesmente cortada no meio. Parece que a autora cansou de descrever o fato. Após Ana ter dado um tiro na perna do sequestrador ela desmaia. Na próxima página tudo estava resolvido, os bandidos estavam presos e todo mundo foi feliz para sempre.
A minha opinião é a mesma do primeiro texto, e eu não sou do tipo que não dá o braço a torcer. Se a história tivesse se desenvolvido de outra forma, não teria problema nenhum em admitir isso neste post. Mas não foi o caso. O livro é bobo. Não mudei minha opinião depois de ler a obra toda - aliás, ela só piorou. Se eu tivesse lido somente o primeiro livro, neste momento eu odiaria MENOS a história.
FIM DO SPOILER
Assim como quando "O Código Da Vinci", de Dan Brown, foi lançado e depois muitos copiaram a ideia, alguém já lançou outra trilogia erótica – copiando 50 Tons de Cinza. O primeiro livro da série chama Toda Sua, e eu já terminei de ler. Pretendo fazer um comparativo sobre as duas trilogias em breve.
Obrigada por acessarem e deixarem comentários. Quero deixar aqui meu respeito para quem gostou dos livros - cada um tem sua opinião, e por isso o que eu escrevi aqui chama-se "resenha crítica" e não "verdade absoluta". O texto é baseado na MINHA percepção da obra, conforme MINHA bagagem emocional e literária. Cada um tem a sua!
Beijos e até a próxima! =)
Paula Barbosa Ocanha
domingo, 20 de janeiro de 2013
Um pioneiro chamado Buddy Holly
Estes dias uma música dele grudou na minha mente e eu fiquei igual a personagem Allisson, do seriado Medium que em um dos episódios não consegue fazer uma música parar de tocar dentro de sua cabeça até resolver mais um crime. No caso de Buddy, eu, extremamente supersticiosa comecei a pensar que aconteceu a mesma coisa (hahaha) mas vamos ao que interessa:
Ele começou a gravar em casa, em 1949, aos 13 anos, músicas acústicas pois os violões elétricos surgiriam mais tarde graças ao Fender, mas esta história da guitarra eu já contei. Em 1952, Bob Montgomery o acompanhou ao bandolim em músicas country, mas já com ritmo mais acelerado e tendendo pro rock. Na época o rock era mal visto e nem tinha este nome, era música de crioulo, apenas negros tocavam o que posso classificar como pai do rockabilly. Era assim um bluegrass, mais ou menos.

As músicas eram Two timing woman e Little footsteps on the snow. Em 1953 Jack Neal e Buddy gravaram uma brincadeira que fizeram no rádio e mais tarde Bob Buddy e Larry Trio fizeram um pequeno studio em Wichita Falls, Texas. Era o início de suas muitas composições - 40 apenas registradas - para um músico corajoso (era constantemente boicotado, criticado e humilhado por tocar música de negro), graças a quem tivemos o rock a billy que derivou no rock como temos hoje.
Ele também criou uma das primeiras gravadoras independentes, chamada Prisma, para que os músicos tivessem liberdade de criação e direitos reconhecidos.
Seu trabalho influenciou muitas bandas e artistas como
Ele foi uma das primeiras personalidades a ser homenageado no rock'n roll hall of fame em 1986.
Fã de Elvis Presley, resolveu juntar a sonoridade dos instrumentos que começavam a surgir e criar um estilo inconfundível, criando clássicos que até hoje embalam a vida de milhares de pessoas.

Uma delas, especialmente, Peggy Sue foi escrita quando ele bateu na porta errada, e encontrou aquela garota linda, que mais tarde se casou com seu baterista. Até hoje ela é uma celebridade e tem programa de rádio.

Uma pena que estev entre nós por pouco tempo e sua carreira tenha durado apenas um ano e meio.
Acredito em algumas teorias da conspiração e mistérios revelados que rezam que as celebridades vem à nós com tempo pré-determinado. Sabem que serão sacrificadas assim que sua missão se cumpre.

O pior de sua partida é que, sendo combatidos pelos puritanos provicianos que viam no recém-nascido rock um perigo, pois os jovens se tornavam cada vez mais independentes e inovadores, por uma macabra ''coincidência'' morrer três grandes astros na queda do mesmo avião é no mínimo suspeito. Com ele estavam Ritchie Vallens ( La Bamba ), e Big Bopper.
Acidente que vitimou Buddy, Ritchie e Big Bopper
www.youtube.com/watch?v=nPa_xSt...
Para o leitor ter uma idéia, seria o mesmo que nos dias de hoje morrerem a Lady Gaga, o Justin Bieber e o Psy no mesmo acidente.
Aos 22 anos, nosso querido criador de tanta música, que levou tanta alegria a muitos jovens, e que foi duramente criticado e combatido, mas nada disso jamais o desanimou, deixava a terra um pouco mais jovem, mas com o coração para sempre marcado. Assim como Ritchie, criador da canção Donna que até hoje é querida.

Foto tirada pouco antes da tragédia.
Há um filme, que como todo filme feito sobre celebridades, é fantasioso, mas que o ator incorporou Buddy e canta tão bem que vale a pena assistir, já está legendado para os preguiçosos:
https://www.youtube.com/watch?v=CfS8gjgqqqI
Este dia, que ficou conhecido como o dia em que a música morreu foi imortalizado em canções e a mais popular aqui no Brasil é American Pie - Don McLean.
Mas eu comecei esta conversa contando que a música, que é esta, grudou>
https://www.youtube.com/watch?v=QjFRHIhSvwc
Muitos anos atrás eu pensei ter encontrado o meu Buddy Holly. Apesar de minha firme decisão em não me envolver com músico de jeito nenhum porque isso é pedir pra ser infeliz, tinha conhecido alguém que pensei ser tão corajoso como Buddy, criativo e viver para a música e pela música, mas ele se revelou um burocrata e nunca passei do platonismo e muita briga, felizmente.
Então, querido Buddy, aí na sua nuvem, saiba que ainda faz muita gente suspirar.
... ''sometimes you sigh''...
Ele começou a gravar em casa, em 1949, aos 13 anos, músicas acústicas pois os violões elétricos surgiriam mais tarde graças ao Fender, mas esta história da guitarra eu já contei. Em 1952, Bob Montgomery o acompanhou ao bandolim em músicas country, mas já com ritmo mais acelerado e tendendo pro rock. Na época o rock era mal visto e nem tinha este nome, era música de crioulo, apenas negros tocavam o que posso classificar como pai do rockabilly. Era assim um bluegrass, mais ou menos.
As músicas eram Two timing woman e Little footsteps on the snow. Em 1953 Jack Neal e Buddy gravaram uma brincadeira que fizeram no rádio e mais tarde Bob Buddy e Larry Trio fizeram um pequeno studio em Wichita Falls, Texas. Era o início de suas muitas composições - 40 apenas registradas - para um músico corajoso (era constantemente boicotado, criticado e humilhado por tocar música de negro), graças a quem tivemos o rock a billy que derivou no rock como temos hoje.
Seu trabalho influenciou muitas bandas e artistas como
The Beatles, Elvis Costello, The Rolling Stones, Don McLean,
Bob Dylan, Steve Winwood, and Eric Clapton
e é público e notório que os Beatles só escolheram este nome em homenagem a sua banda, The Crickets, uma grande influência.Ele foi uma das primeiras personalidades a ser homenageado no rock'n roll hall of fame em 1986.
Fã de Elvis Presley, resolveu juntar a sonoridade dos instrumentos que começavam a surgir e criar um estilo inconfundível, criando clássicos que até hoje embalam a vida de milhares de pessoas.
Uma delas, especialmente, Peggy Sue foi escrita quando ele bateu na porta errada, e encontrou aquela garota linda, que mais tarde se casou com seu baterista. Até hoje ela é uma celebridade e tem programa de rádio.
Uma pena que estev entre nós por pouco tempo e sua carreira tenha durado apenas um ano e meio.
Acredito em algumas teorias da conspiração e mistérios revelados que rezam que as celebridades vem à nós com tempo pré-determinado. Sabem que serão sacrificadas assim que sua missão se cumpre.
O pior de sua partida é que, sendo combatidos pelos puritanos provicianos que viam no recém-nascido rock um perigo, pois os jovens se tornavam cada vez mais independentes e inovadores, por uma macabra ''coincidência'' morrer três grandes astros na queda do mesmo avião é no mínimo suspeito. Com ele estavam Ritchie Vallens ( La Bamba ), e Big Bopper.
Acidente que vitimou Buddy, Ritchie e Big Bopper
www.youtube.com/watch?v=nPa_xSt...
Para o leitor ter uma idéia, seria o mesmo que nos dias de hoje morrerem a Lady Gaga, o Justin Bieber e o Psy no mesmo acidente.
Aos 22 anos, nosso querido criador de tanta música, que levou tanta alegria a muitos jovens, e que foi duramente criticado e combatido, mas nada disso jamais o desanimou, deixava a terra um pouco mais jovem, mas com o coração para sempre marcado. Assim como Ritchie, criador da canção Donna que até hoje é querida.
Foto tirada pouco antes da tragédia.
Há um filme, que como todo filme feito sobre celebridades, é fantasioso, mas que o ator incorporou Buddy e canta tão bem que vale a pena assistir, já está legendado para os preguiçosos:
https://www.youtube.com/watch?v=CfS8gjgqqqI
Este dia, que ficou conhecido como o dia em que a música morreu foi imortalizado em canções e a mais popular aqui no Brasil é American Pie - Don McLean.
Mas eu comecei esta conversa contando que a música, que é esta, grudou>
https://www.youtube.com/watch?v=QjFRHIhSvwc
Muitos anos atrás eu pensei ter encontrado o meu Buddy Holly. Apesar de minha firme decisão em não me envolver com músico de jeito nenhum porque isso é pedir pra ser infeliz, tinha conhecido alguém que pensei ser tão corajoso como Buddy, criativo e viver para a música e pela música, mas ele se revelou um burocrata e nunca passei do platonismo e muita briga, felizmente.
Então, querido Buddy, aí na sua nuvem, saiba que ainda faz muita gente suspirar.
... ''sometimes you sigh''...
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